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OPINIÃO

SEM VENENO!

29/04/2026 às 16:00

1- Mais uma vez!

Mulheres recebem 21% menos que os homens no Brasil. Sem funções a maioria recebe 3965,94.

As mulheres recebem, em média, 21,3 % a menos que os homens no setor privado com seis ou mais empregados. O patamar é semelhante ao verificado anteriormente quando o nível estava em 21,2%.  Estes valores foram divulgados pelo Ministério do Trabalho e Ministério das Mulheres.

Os dados indicam que a remuneração média das mulheres está em R$ 3.965,94. Já os homens recebem em média R$ 5.039,68 e os dados indicam que o salário de contratação a desigualdade avançou também.

O que se nota é que os valores são diferentes e muitos.

Por exemplo:  Piauí (92,1%), Acre (91,9%), Distrito Federal (91,2%) e Ceará (90,5%) são as unidades da Federação cuja remuneração média das mulheres está mais próxima da remuneração dos homens. 

Por outro lado, Espírito Santo (70,7%), Rio de Janeiro (71,2%) e Paraná (71,3%) apresentam as maiores desigualdades salariais de gênero.

Embora recebem menos que os homens o número de mulheres empregadas cresceu 11% passando de 7,2 milhões para 8 milhões e houve crescimento entre mulheres negras passando de 3,2 milhões para 4,2 milhões.

A proporção de empresas que afirmam promover mulheres aumentou passando de 38,8% para 48,7%, enquanto as ações de contratação de mulheres com deficiência, LGBTQIA+ e chefes de família permaneceram relativamente estáveis.

Os rendimentos das mulheres subiram de 33,7% para 35,2%. Pouca coisa, mas seria necessário um acréscimo de R$ 95,5 bilhões nos rendimentos.

O relatório apresenta dados e contempla cerca de 53,5 mil estabelecimentos com 100 ou mais empregados, além de informações complementares fornecidas pelas empresas que estabelece a obrigatoriedade de igualdade salarial entre mulheres e homens na mesma função. Os dados indicam que a remuneração média das mulheres está em R$ 3.965,94 enquanto os homens recebem em média R$ 5.039,68.

Quando se analisa o salário de contratação, a desigualdade salarial também avançou. Em 2023, as mulheres recebiam 13,7% a menos no salário mediano de contratação; agora, a diferença é de 14,3%.

Piauí (92,1%), Acre (91,9%), Distrito Federal (91,2%) e Ceará (90,5%) são as unidades da Federação cuja remuneração média das mulheres está mais próxima da remuneração dos homens. Por outro lado, Espírito Santo (70,7%), Rio de Janeiro (71,2%) e Paraná (71,3%) apresentam as maiores desigualdades salariais de gênero.

Embora recebam menos do que os homens, o número de mulheres empregadas cresceu 11%, passando de 7,2 milhões para 8 milhões. Entre mulheres negras (pretas e pardas), o crescimento foi de 29%, passando de 3,2 milhões para 4,2 milhões.

Já a proporção de empresas que afirmam promover mulheres também aumentou, passando de 38,8% para 48,7%, enquanto as ações de contratação de mulheres com deficiência, LGBTQIA+ e chefes de família permaneceram relativamente estáveis.

A massa de rendimentos das mulheres subiu de 33,7% para 35,2%. Apesar da alta, para alcançar participação equivalente à presença feminina no emprego (41,4%), seria necessário um acréscimo de R$ 95,5 bilhões nos rendimentos.

O relatório apresenta dados com base na Relação Anual de Informações Sociais e contempla cerca de 53,5 mil estabelecimentos com 100 ou mais empregados, além de informações complementares fornecidas pelas próprias empresas.

A iniciativa atende à legislação que estabelece a obrigatoriedade de igualdade salarial entre mulheres e homens na mesma função.

2- Abrigo infantil

Abrigo sexual infantil juvenil.

32 mil crianças e adolescentes estão vivendo em serviços de acolhimento, afastadas do convívio familiar, em todo o país. Itajai, joinvile e outros. 500 agentes em vinte e seus estados. 

Gente, esta situação é delicada e perigosa.

Esses números fazem parte de um relatório divulgado, mas de acordo com documento, as regiões Sudeste e Sul concentram oito em cada dez dessas crianças e adolescentes.

O estudo apontou que seis em cada dez crianças e adolescentes abrigados não recebem visitas, mas logicamente querem voltar a morar com a família ou ter contato com eles.

Que triste cinemas o pior é que a negligência e violência física ou psicológica são os principais fatores que os levaram para os serviços de acolhimento. Segundo o relatório, 25% das crianças e adolescentes que vivem em acolhimentos têm até 5 anos; 27% têm de 6 a 11 anos e 5%, 18 anos ou mais. A maioria deles tem idade entre 12 e 17 anos.

Gente, que coisa triste! Mas tem mais : outro dado que chama a atenção no estudo é que quase 40% dos jovens estiveram em situação de acolhimento por mais de 18 meses, período que é superior ao estabelecido pela legislação.

O estudo foi feito no período de novembro do ano passado a março deste ano em 23 estados e no Distrito Federal. Nesse período, foram ouvidos mais de 350 crianças e adolescentes sob a guarda do Estado, acolhidos em cas, lares e abrigos públicos e de organizações não governamentais. È muito triste tudo isto! 

3- Voltando a triste cina!

Após ler tudo isto buscamos ver porque estas cousas acontecem e descobrimos que os motivos são muitos e o principal delas. 

O que se notou é que quando uma criança vai para um abrigo, mesmo que momentaneamente, há algum tipo de rompimento com suas famílias de origem e são muitos os motivos.

Basta pensar que as crianças que crescem em ambientes saudáveis tendem a ter um desenvolvimento pleno das suas capacidades. 

Ao contrário da noção tradicional de “família”, que assume que seria local de cuidados e suporte, muitas famílias são normalmente caracterizadas pelos conflitos entre pais e filhos, problemas de disciplina, falta de comunicação, falta de cuidados e supervisão, abusos físicos e sexuais, falta de afeição e carinho. 

Além disso, alguns outros assuntos frequentemente menos abordados  incluem conflitos relacionados à sexualidade e orientação sexual dos adolescentes, gravidez, uso de álcool e drogas por parte dos jovens.

Também a maneira como ambiente familiar se desenvolve pode ser muito influenciada por fatores externos, como pelas características da comunidade ou da região na qual está localizada e  caso aspectos do mercado de trabalho, do nível de violência, da existência ou não de determinados serviços como educação, saúde, esporte e lazer, bem como da existência ou não do tráfico de drogas podem influenciar muito o comportamento das famílias e, consequentemente, sua relação com as crianças e os adolescentes.

Foi possível identificar a existência de alguns padrões espaciais e regionais que poderiam influenciar certas causas de encaminhamentos. É importante observar que, na grande maioria dos casos, os motivos que demandam o encaminhamento para um abrigo não ocorrem de maneira isolada. 

Por exemplo, o abandono, ou a negligência, na maioria das vezes vem acompanhado de um histórico familiar com outros tipos de problemas. Grande parte dessas famílias acaba vivenciando situações relacionadas e de forma concomitante à pobreza, à violência sexual, ao uso de drogas por parte dos pais e ou mesmo dos jovens. Sem dúvida, aqui as características familiares e regionais em que essas crianças estão inseridas possuem um vínculo fundamental com as causalidades que determinam um procedimento de abrigamento.

Uma pesquisa efetuada em Minas Gerais com objetivo de identificar instituições que prestam algum tipo de serviços de acolhimento em todo o estado para crianças e adolescentes com até dezoito anos incompletos.  O público alvo da pesquisa foram todas as instituições que ofereciam acolhimento continuado a crianças e adolescentes desacompanhados de seus familiares.

Foi aplicado um questionário com perguntas divididas em quatro blocos que, entre outros aspectos, procurou desvendar: as características administrativas das instituições, seu relacionamento com outros órgãos, formas de encaminhamento das crianças, metodologias e formas de atendimento, as maneiras como as crianças se relacionavam com a família e com a comunidade. Especificamente neste artigo, procurou-se agrupar os dados a partir das regiões de planejamento do estado de Minas Gerais e incluindo-se a região metropolitana de Belo Horizonte. 

Em novembro de 2009, data de referência da pesquisa, Minas Gerais possuía 5.101 crianças abrigadas em 352 instituições.

A região metropolitana de Belo Horizonte concentrava o maior número de abrigados enquanto a Zona da Mata mineira ocupa a terceira posição posição  seguida pela região norte, que, por sua vez, é a quinta região mais povoada do estado e assim vai. Como se observado, as razões que levam uma criança para um abrigo se sobrepõem, isto é, existem mais de um motivo que justifica sua saída do ambiente familiar. O abandono, ou a negligência, por exemplo, muitas vezes vem acompanhado de um histórico famíliar com problemas procedimento de abrigamento. Os quatro principais motivos que levaram as crianças para as instituições, foram: a negligência, o abandono, os maus-tratos e o alcoolismo dos pais ou responsáveis e chegou-se a  negligência, abandono, maus-tratos, violência doméstica, alcoolismo dos pais e responsáveis, situação de risco e vulnerabilidade social, abuso suspeita de violência sexual, uso e tráfico de drogas por parte dos pais e responsáveis. Na realidade temos muito que atuar. 

Vamos continuar buscando soluções para que este pessoal sofra menos de negligenciada, de abandono que doem muito. 

Temos muito para atuar! Que Deus nos ajude!

4- E vem aí o Máximo!

Para mudar de assunto, vem aí o Messias. Indicação por Lula deve ser o máximo, não acham?  Será ele o supra- sumo no STF? 

Esta eu quero ver! 

Grande e afetuoso abraço, muita saúde e paz! 

Até a próxima!

Neusa Maria Breda / Colunista de Opinião