17/11/2025 às 19:12
Como diuturnamente, aqui divulgamos pelo Jornal Cidadela, continuamente somos surpreendidos com mais uma notícia prejudicial ao povo brasileiro. A mais recente vem da Ministra do Meio Ambiente deste governo, Marina Silva, que repetidamente como sempre, tenta atacar o agronegócio, com medidas impositivas, coroadas de falsas informações, com fins obscuros.
Nesta COP30, o pessoal do meio ambiente, está se aproveitando da oportunidade para inovar asneiras, que trarão grandes prejuízos para a nação brasileira, pela demonstrada insegurança jurídica. Imaginem que estes oportunistas encabeçados pela Ministra do Meio Ambiente, estão divulgando aos quatro ventos, que a espécie de árvore "eucalipto", o pinus, a árvore frutífera "goiabeira", a árvore que produz a "manga", o pé de jaca, entre outras, o peixe da espécie "tilápia", são espécies "invasoras", que devem ser erradicas.
A Ministra como última medida indigesta, procura divulgar uma nova lista nacional de espécies exóticas invasoras, que devem ser exterminadas. É público e notório, que o atual governo usa de todos os meios para destruir a produção agrícola e o agronegócio.
É sabido que o Brasil é o celeiro que alimenta o mundo, como também, nosso Governo Central, sabe que o Agronegócio banca o deficit de nossa balança de exportação e o superavit brasileiro. Isto posto, devemos cientificar o CONABIO e o ICMBIO (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), de que o brasileiro e eles mesmo, precisam comer o que produz o agronegócio brasileiro, sendo necessário informar a estes energúmenos de que é por demais necessário manter o agronegócio vivo e pujante, para produzir alimentos para o mundo, mantendo e criando empregos e continuar a ser o maior suporte de receitas para manter positiva a balança do superavit brasileiro.
Esta Ministra e sua eco guerrilha, com estas decisões e pensamentos que extrapolam o aceitável, merecem maior atenção dos responsáveis pela economia nacional, para que arregacem as mangas e lutem para estas atitudes malucas sejam debeladas, pois se estas especies passem a compor a lista, taxadas como espécies invasoras pela MMA, passaremos a ter sérias restrições comerciais no mercado internacional de todos nossos produtos in natura (frutas em geral) exportados, o que alguns países como a França e Estados Unidos da América agradecem, pelas barreiras que serão impostos ao produto brasileiro e o favorecimento a eles de domínio do mercado de seus produtos concorrentes com o brasileiro. Ilustrando, se divagarmos por cada espécie que a Ministra tenta retirar do consumo do povo brasileiro, merece ser evidenciado que há séculos, principalmente o povo brasileiro considera estas frutas como alimentos indispensáveis pelo seu poder nutricional e até pela facilidade de produção caseira favorecidas pelo clima tropical do Brasil.
Certamente que estas campanhas insufladas por falsos ambientalistas, que nunca nada produziram, como também nunca trabalharam ou geraram emprego, ou sequer, algum dia plantaram sequer um pé de alface, teremos uma visão e haverá a simples constatação, de que a Ministra do Meio Ambiente deste governo, navega contra a correnteza e contra o povo brasileiro, por medidas de interesses obscuros e inaceitáveis, senão vejamos:
A espécie de árvore plantada, conhecida por eucalipto (Eucalyptus spp). Espécie vegetal, que é produzida para consumo como lenha, pois é proibido o consumo árvores "nativas" nos fogões de residências, lareiras, fornos de indústrias do setor produtivo, fabrica de celulose (papel) , fábrica de móveis, construção civil, tesouras (armação) de cobertura de imóveis residenciais, necessário se fez o plantio do eucalipto, devido o seu crescimento rápido.
O REFLORESTAMENTO (silvicultura) da espécie eucalipto e pinus, em proporções necessárias para substituir a queima de espécies existenciais nativas, que se consideradas como espécies exóticas e passíveis de extermínio, obrigatoriamente teremos que voltar a consumir espécies nativas, sob pena de fechamento de uma pluralidade de industrias, com reflexos em geração de uma pluralidade de empregos e extermínio, principalmente no sul do país (sujeitos a frios intensos), dos fogões a lenha e lareiras de aquecimento;
A espécie frutífera da goiabeira e a manga, altamente consumida por brasileiros, devido ao seu potencial nutricional e de fácil plantio, é utilizada no consumo do povo mais pobre, que mantém em suas moradias o plantio para consumo e uma agricultura familiar, diga-se, até para matar a fome.
Não podendo ser esquecido que estas frutas, especialmente a "fruta manga", nas suas cooperativas de pequenos agricultores, é uma grande geradora de empregos e receitas nos grandes plantio destinados a larga exportação de grande aceitação internacional (Em 2024 movimentou 2,5 bilhões de reais);
A espécie de peixe "tilápia", um alimento barato, consumidos por pobres e de fácil produção no clima brasileiro, também é uma grande geradora de empregos, nas fazendas de produção, nos frigoríficos, como também, por pequenos produtores para o mercado nacional e receitas nos grandes viveiros e fazendas destinados ao mercado interno e externo, de grande aceitação internacional.
É perceptível, que a Ministra do Meio Ambiente, com transparente insanidade, luta contra o Brasil, prejudicando excessivamente o que aqui produzimos e com fácil constatação de querer favorecer os produtos estrangeiros, quer na indústria de transformação, na indústria extrativa, na produção de alimentos proteicos, hortifrutigranjeiros e em especial as pequenas economias familiares.
Já tivemos no governo passado em que esta Ministra atuou, a prática de uma série de impedimentos, em total descompasso com os interesses da nação, sendo demitida sem direito a explicações pelo Executivo Federal e de forma nada justificável, novamente reinserida em um dos Ministérios, onde vem provando sua inexperiência, comprovado pela falta de atuação em debelar o fogo na região amazônica, ficando na mera retórica vazia de condições climáticas; o descontrole às catástrofes geradas pelo fogo descontrolado nas regiões de pântanos, onde com justificativas pífias, chegou a primariedade de culpar o rabo de pássaros, pela geração dos incêndios, demonstrando inoperância nas medidas e soluções dos problemas, onde sem qualquer conhecimento técnico ou científico, conseguiu justificar o injustificável.
A Ministra do Meio Ambiente, deve no mínimo respeitar o povo brasileiro e assegurar o direito Constitucional do artigo 170, par. único, permitindo que cada brasileiro tenha a liberalidade de dispor do livre exercício de qualquer atividade econômica, como plantar eucalipto e utilizá-lo como lenha de combustão/queima, como também, a produção de frutas, como a manga e a goiaba, em atividades de agricultura familiar ou empresarial, pois todos nós somos brasileiros, como também a Ministra.
Como em comparação com os indígenas, não somos considerados nativos, que no entender da Ministra, somos invasores. A Ministra no seu entender, também não uma espécie "nativa" e sim uma invasora.
O momento é oportuno, de que devemos imediatamente procurar estancar estas sangrias, que demonstram que esta Ministra pelo que inviabiliza no Brasil, até hoje nada provou a que veio. Esta tentativa de inclusão de espécies na lista de invasoras, GERA uma insegurança jurídica no país, com reflexo na debandada de investimentos e novos empreendimentos, como também, gera o aumento da fome, com o crescimento da pobreza, pela inviabilização das atividades de economia familiar. Ministra do Meio Ambiente! Basta de notícias ruins e ajude a melhorar o Brasil e não destrui-lo.
Vinicius Schmitz de Carvalho / Advogado
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