23/07/2026 às 14:35
A grande maioria das pesquisas eleitorais registradas e com os resultados divulgados nos meios de comunicação mostram que as eleições deste ano serão muito disputadas no que se refere ao cargo de Presidente da República. Há, momentaneamente, um claro favoritismo para o candidato Luiz Inácio Lula da Silva em relação ao seu principal opositor, Flávio Bolsonaro. Porém, sem nenhuma hipótese de vencer no primeiro turno, e o segundo é uma nova eleição.
Outros candidatos se apresentam como opositores ao governo atual, notadamente Ronaldo Caiado, Renan Santos e Romeu Zema. Santos deve crescer muito na campanha a partir dos debates que acontecerão na televisão e no uso das redes sociais. Somente após a oficialização dos hoje pré-candidatos é que poderemos ter uma razoável clareza sobre a condição de cada um. Flávio é o candidato apoiado -pelo seu pai, ex-Presidente Jair Messias Bolsonaro. Lula tem a máquina estatal nas mãos e propôs, nos últimos dois anos deste seu terceiro mandato, pacotes de bondades para aprovação pelo Congresso Nacional. Seus programas de distribuição de renda são contestáveis. Se, por um lado saem em socorro da população de menor renda, por outro provocam enormes despesas públicas, o que gera mais endividamento do País e não se sabe como tudo vai acabar.
A importância de se tratar bem as pessoas e manter viva a cultura
Recentemente, participei de um encontro de idosos do CRI, em Joaçaba, onde estavam presentes pouco mais de 100 pessoas. Fui para lhes declamar dois poemas meus. Pessoas amáveis, a maioria mulheres que já não têm mais seu companheiro, mas que se envolvem em atividades recreativas e de saúde. A equipe do Serviço Social do Município de Joaçaba é muito atuante, composta por pessoas de boa formação e que têm o maior zelo possível no trato com as de idade avançada ou com alguma limitação de ordem física ou cognitiva.
Também, na terça, 14, palestrei, junto com a Doutora em História Izolete dos Santos Riquetti, para alunos do sétimo ano da rede municipal de ensino de Capinzal, contemplando escolas do Loteamento Parisoto (Doutor Vilson Pedro Kleinubing) , Ára Central (Viver e Conhecer) e de Alto Alegre (Ivo Silveira). Enquanto Izolete relatava a história da imigração italiana para o Brasil e o Baixo Vale do Rio do Peixe, eu pontuava sobre os costumes dos que vieram, com a força de seu trabalho e sua religiosidade, para desenvolver e tornar forte os municípios do Oeste Catarinense.
A Copa do Mundo não é Nossa!
Mais uma copa do mundo de futebol realizada, com algumas surpresas e muitas decepções, principalmente para os brasileiros, que não saíram das oitavas de final. O torcedor brasileiro fica muito envolvido, mergulha de cabeça no assunto, e são agora 24 anos sem copa. A geração atual não pode sentir o gosto de comemorar uma grande conquista. Na verdade, nosso futebol navegou entre o charme, as chuteiras coloridas as tatuagens e muito dinheiro rolando, algum de origem duvidosa. Time acovardado, sem disposição de atacar o adversário, sucumbiu vergonhosamente.
A Espanha levou o título na prorrogação, após massacrar a Argentina no tempo normal de jogo. Em dado momento, já eram vinte finalizações dos espanhóis contra nenhuma dos hermanos. Título merecido, agora é bi-campeã mundial. A Argentina coleciona 3 títulos.
Defesa pessoal para as mulheres em Capinzal
O município de Capinzal está sempre à frente em iniciativas culturais, sociais e desportivas. A novidade, agora, é oferecer um curso de defesa pessoal para as mulheres, dentro da modalidade de Hae Kon Do. Com boa adesão, sem pagamentos de mensalidades, as mulheres estão indo em busca de conhecimento em defesa de si mesmas contra os brutamontes prevalecidos. É a forma de se mudar uma cultura em que muitos homens ainda não aprenderam a respeitar e valorizar a mulher. Também em Capinzal, um projeto de levar a música até a população, possibilitou que a banda oficial do Município de apresentasse ao público, recentemente, no calçadão da área central.
Aluguéis e IPTU
Joaçaba ainda ostenta a pecha de ser a cidade onde os aluguéis são altos, o IPTU exorbitante, e ainda há os custos dos condomínios para os locatários. Na área central, muitas salas com a placa “aluga-se”. Quem quer sobreviver, procura salas nas áreas mais afastadas, onde os custos são menores e ainda há a possibilidade de estacionamento sem se pagar por ele. O mercado se auto-regula. É assim mesmo!
Euclides Riquetti / Escritor – www.blogdoriquetti.blogspot.com
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