26/04/2026 às 00:58
Acredito que o Pai do colunista “Cacau Menezes” (Cacau, 71 anos em 02.04.26), está se revirando no TÚMULO, pois ele foi cassado durante a Ditadura Militar e, agora, “vê” o filho ser admirador da Famiglia Familícia.
Apoiar o “bolsonarismo” é, em grande parte, apoiar pessoas criminosas contumazes, pois viveram locupletando-se de recursos de terceiros, inclusive recursos públicos, através das “rachadinhas” que, possivelmente, permitiram adquirir 107 imóveis com metade deles pagos em “espécie”, difíceis de rastreamento. Os três filhos utilizaram o mesmo “modus operandi” do chefe do Clã, que durante os 28 anos de Câmara dos Deputados não produziu um prego, mas usou e abusou dos recursos públicos, inclusive com a famosa declaração de que com o “auxílio moradia” usava para “comer gente”. Essa bizarrice foi em janeiro de 2018 ao jornal Folha de São Paulo quando ele era deputado federal e pré-candidato à Presidência, defendendo o recebimento do benefício de R$ 4.253,00, mesmo tendo imóvel próprio em Brasília. Bolsonaro foi questionado sobre o uso do dinheiro público (auxílio-moradia) enquanto já possuía apartamento na capital e aí afirmou na entrevista que "como era solteiro, usou o dinheiro para 'comer gente”. O tema gerou polêmica na época por ele ter imóvel próprio e justificar o gasto dessa maneira. Em agosto de 2022, ao podcast Flow, Bolsonaro admitiu que "aloprou" e falou "merda" ao dar essa declaração, reconhecendo que o uso do benefício na época foi "imoral", mas não ilegal.
A FAMIGLIA FAMILÍCIA MENTE E/OU DISTORCE FATOS DIARIAMENTE – Em 1.459 dias como presidente, Bolsonaro deu 6.685 declarações falsas ou distorcidas (Fonte: Aos fatos.org, com base agregada e atualizada até 30.12.2022).
REPETIDA 249 VEZES – “Qual a corrupção no meu governo? Não tem, tem acusações vagas, levianas.” – Integrantes e ex-integrantes do governo Bolsonaro são alvos de investigações e denúncias de corrupção e outros delitos ligados à administração pública. Em junho de 2022, a PF (Polícia Federal) prendeu preventivamente o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro por suposto envolvimento em um esquema de liberação de verbas na pasta. Ele é investigado por prevaricação, advocacia administrativa e tráfico de influência e foi liberado por habeas corpus. Atuais e antigos integrantes do governo também são investigados pela PF ou pelo Ministério Público por suspeita de corrupção, como o ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP); Ricardo Salles (PL), ex-titular do Meio Ambiente; o deputado federal Marcelo Álvaro Antônio (PL), que comandou o Turismo; e Fabio Wajngarten, que chefiou a Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social). Além disso, relatório de junho deste ano da Americas Society/Council of the Americas afirma que as tentativas do presidente de controlar órgãos de investigação e os cortes orçamentários de agências independentes seriam sinais de recuo no combate à corrupção no Brasil.
REPETIDA 249 VEZES2 – “Passamos um ano e dois meses, praticamente, zero no tocante à corrupção.” – A declaração é FALSA, porque há integrantes do governo que são investigados pela Polícia Federal ou pelo Ministério Público por suspeitas de corrupção e outros delitos ligados à administração pública. Este mês, a PF abriu inquérito para investigar o chefe da Secretaria de Comunicação Social do governo, Fábio Wajngarten, por suspeita de corrupção passiva, peculato e advocacia administrativa. Ele é sócio da FW Comunicação e Marketing, que tem contratos com emissoras de TV e agências de publicidade que recebem recursos direcionados pela Secom. Bolsonaro também mantém no cargo ministros que são investigados por casos que ocorreram antes de serem nomeados. Em 2019, Marcelo Álvaro Antônio (Turismo) foi denunciado pelo Ministério Público de Minas por suspeita de desvio de verbas públicas nas eleições de 2018 por meio de candidaturas-laranjas no PSL, que era presidido por ele no estado. Já Ricardo Salles (Meio Ambiente) é investigado pelo MP de São Paulo por suspeita de enriquecimento ilícito entre 2012 e 2017, quando ocupou cargos públicos no governo paulista, e por supostamente pressionar policiais para mudar laudo que era prejudicial à empresa para a qual advogava entre 2014 e 2016. Onyx Lorenzoni (Cidadania), por sua vez, é investigado pelo recebimento de R$ 300 mil de caixa dois entre 2012 e 2014.
REPETIDA 249 VEZES3 – “Até agora não apareceu [corrupção].” – A declaração é FALSA, porque há integrantes do governo que são investigados pela Polícia Federal ou pelo Ministério Público por suspeitas de corrupção e outros delitos ligados à administração pública. Em fevereiro, a PF abriu inquérito para investigar o chefe da Secretaria de Comunicação Social do governo, Fábio Wajngarten, por suspeita de corrupção passiva, peculato e advocacia administrativa. Ele é sócio da FW Comunicação e Marketing, que tem contratos com emissoras de TV e agências de publicidade que recebem recursos direcionados pela Secom. Bolsonaro também mantém no cargo ministros que são investigados por casos que ocorreram antes de serem nomeados. Em 2019, Marcelo Álvaro Antônio (Turismo) foi denunciado pelo Ministério Público de Minas por suspeita de desvio de verbas públicas nas eleições de 2018 por meio de candidaturas-laranjas no PSL, que era presidido por ele no estado. Já Ricardo Salles (Meio Ambiente) é investigado pelo MP de São Paulo por suspeita de enriquecimento ilícito entre 2012 e 2017, quando ocupou cargos públicos no governo paulista, e por supostamente pressionar policiais para mudar laudo que era prejudicial à empresa para a qual advogava entre 2014 e 2016. Onyx Lorenzoni (Cidadania), por sua vez, é investigado pelo recebimento de R$ 300 mil de caixa dois entre 2012 e 2014.
REPETIDA 249 VEZES4 – “Estamos terminando 2019 sem qualquer denúncia de corrupção.” – A declaração é FALSA, porque ao menos dois ministros e um dos filhos do presidente tiveram seus nomes envolvidos em denúncias de corrupção em 2019. Em outubro, o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio (PSL), foi denunciado pelo Ministério Público de Minas Gerais por envolvimento em um suposto esquema de candidaturas laranjas do PSL em 2018. Segundo a denúncia, Álvaro Antônio teria criado candidaturas para enviar verbas públicas de campanhas a empresas ligadas ao seu gabinete. Além de presidir o diretório estadual do PSL no estado à época das eleições de 2018, o atual ministro foi o deputado federal mais votado de Minas Gerais. Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente, é investigado pelo Ministério Público de São Paulo por enriquecimento ilícito: entre 2012 e 2018, o seu patrimônio saltou de R$ 1,4 milhão para R$ 8,8 milhões. Durante esse período o ministro ocupou cargos no governo de Geraldo Alckmin (PSDB), primeiro como secretário particular, depois como secretário de Meio Ambiente. Em novembro, a Justiça determinou a quebra dos sigilos fiscal e bancário de Salles. Já o senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ), filho do presidente, é alvo de três investigações paralelas. A última delas, instaurada em novembro pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, apura um possível caso de improbidade administrativa na contratação de assessores fantasmas em seu gabinete quando era deputado estadual. Em outra frente, os procuradores investigam suposto esquema de rachadinha no gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Segundo o Ministério Público, parte dos salários de 13 funcionários era devolvida ao então deputado. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte também tem sido alvo de investigação. Em agosto, uma operação conjunta entre a CGU (Controladoria-Geral da União) e a Polícia Federal debelou um esquema de fraude em licitações e contratos do órgão em Minas Gerais. O caso envolve suspeitas de superfaturamento, propinas, serviços de baixa qualidade e obras que não foram concluídas. As empresas investigadas firmaram contratos entre 2014 e 2019 com o Dnit-MG num montante de R$ 457 milhões. (...)
REPETIDA 139 VEZES – “Eu fui desautorizado pelo Supremo Tribunal Federal [durante a pandemia de Covid-19].” – O STF (Supremo Tribunal Federal) não retirou do Executivo o poder de conduzir ações para controlar a pandemia da Covid-19 no Brasil, como afirma Bolsonaro. A corte entendeu, na verdade, que a União não poderia invadir as competências de municípios, de estados e do Distrito Federal. O presidente não poderia, por exemplo, derrubar medidas de isolamento social colocadas em práticas por prefeitos, mas a União não foi impedida de conduzir outras medidas de combate à Covid-19. “O plenário decidiu, no início da pandemia, em 2020, que União, estados, Distrito Federal e municípios têm competência concorrente na área da saúde pública para realizar ações de mitigação dos impactos do novo coronavírus. Esse entendimento foi reafirmado pelos ministros do STF em diversas ocasiões. Ou seja, conforme as decisões, é responsabilidade de todos os entes da federação adotarem medidas em benefício da população brasileira no que se refere à pandemia”, afirmou a corte em janeiro de 2021. Em entrevista ao Aos Fatos, Cecilia Mello, especialista em direito administrativo e ex-desembargadora do TRF3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região), explicou que o STF não excluiu a responsabilidade ou a atuação da União no enfrentamento da Covid-19: “Não houve qualquer suspensão de vigência da lei quanto às competências do presidente e dos órgãos federais para o combate à crise, tampouco foram eles eximidos de seus deveres e atribuições.” (...) E tem muito mais...
Quem desejar ver todas as 1.459 declarações falsas, mentirosas e/ou distorcidas, basta “googlear” no site: https://www.aosfatos.org/todas-as-declaracoes-de-bolsonaro/
Assim, além destas inúmeras mentiras, meias verdades, distorções dos fatos que o chefe do Clã disse, na maior cara de pau de pinóquio e que é seguido pelos seus asseclas e apoiadores, retransmitidos nos mais de 10 mil grupos nas diversas plataformas de mensagens que enganam os incautos, temos os “empregos” públicos de mais de 100 parentes ou “amigos”, inclusive milicianos, tivemos, também, as famosas condecorações de milicianos.
UOL NOTÍCIAS, entre outros sites de informação, relatam que a família Bolsonaro, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro e seu filho Flávio Bolsonaro, condecorou e prestou homenagens a, ao menos, 16 (dezesseis) policiais militares que posteriormente foram investigados ou presos por envolvimento com milícias no Rio de Janeiro!
Uma das principais condecorações e relações relatadas é a feita à ADRIANO DA NOBREGA – Ex-capitão do BOPE e chefe da milícia "Escritório do Crime", que foi homenageado com a Medalha Tiradentes em 2005, a maior honraria do Poder Legislativo fluminense, concedida por Flávio Bolsonaro enquanto Adriano estava preso.
Homenagens na Câmara: Jair Bolsonaro, na época deputado federal, fez discursos em defesa de Adriano da Nóbrega em 2005 e, junto com Flávio, visitou-o na prisão.
Ronald Paulo Alves Pereira: Major da PM e um dos líderes da milícia da Muzema, também recebeu honrarias da família Bolsonaro.
Total de PMs: Investigações e reportagens indicam que o "clã Bolsonaro" condecorou pelo menos 16 policiais militares que respondiam por organizações criminosas e homicídios.
A defesa de Flávio Bolsonaro na época justificou as homenagens alegando que os policiais eram ativos na prisão de criminosos e que as condecorações foram feitas antes de condenações definitivas ou do envolvimento comprovado com milícias. Adriano da Nóbrega foi morto em 2020 em uma operação na Bahia, e Bolsonaro, já presidente, criticou a ação, chamando-o de "herói" no período em que foi homenageado.
E vem aí as “delações premiadas” de Paulo H Costa e Daniel MASTER Vorcaro e quem VIVER, VERÁ!
*Analista-Tributário da Receita Federal, que é DO BRASIL, (Aposentado), Advogado42019, Perito7863, Contador8556, ProfessorLP2570/93, Reg. Prof. Jornalista 0014425DF e Ativista Social.
Luís Fernando F Costa* / Colunista
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