05/02/2026 às 16:13
1-Tem cada uma...
Para a gente entender, Toffoli foi indicado por Lula em setembro de 2009, mas antes disto atuou como Advogado-geral da União.
Claro que na época a nomeação gerou resistência pela falta de currículo técnico porque o dito cujo foi reprovado em dois concursos para Juiz e não possui outros títulos. Bem no estilo PT, tanto que foi advogado desta turma e julgou o Mensalão.
O tempo passa e as atuações continuam.
No final de dezembro de 2014 o ministro recebeu uma mensagem que dizia: “Podemos tomar um café?” e depois dela disse: “Tudo certo. Pede para protocolar o pedido de reconsideração”. Posteriormente, em 2020, o ministro suspendeu o pagamento da multa de R$ 10,3 bilhões aplicada a J$F.
Quem pode, pode?
Posteriormente, tendo em mãos o material obtido pela operação Spoofing e avia havia dúvidas sobre a legalidade do processo que originou o acordo de Leniência.
O problema é que a esposa de Toffoli mesmo não estando envolvida no processo, mas era advogada do grupo, grupo J&F. ele não pediu afastamento do caso.
As coisas não acontecem por acaso.
Em um vídeo de uma palestra de universitários, Toffoli conta rindo a história de um advogado que teria furtado um processo para não ter o despejo.
O que fazer? Fácil! Vladmir roubou o processo! Não vai ter mais despejo amanhã. Eu falei que ia tirar xerox e sumiu’
Simples assim.
Parece brincadeira, mas tem que bater palma para o Vladimir. Porque hoje, onde ia ter esse despejo, tem um conjunto habitacional. E essas pessoas moram lá. Até hoje.”
Voltamos ao hoje e o caso Master.
Quando o processo do Master chegou ao Supremo e por acaso caiu nas mãos de Toffoli.
O que fez? Decretou sigilo rapidamente!
Que Brasil é este?
O de sempre!
Vergonha total!!
2- Schumacher agora usa cadeiras de rodas após 12 anos na cama
Heptacampeão de Fórmula 1, Michael Schumacher passou a usar uma cadeira de rodas 12 anos após o grave acidente de esquina. Apesar de tanto tempo o não está mis acamado.
O acidente que vitimou Schumacher aconteceu no dia 29 de dezembro de 2013 e, desde então, o estado de saúde do ex-piloto é sigiloso. Logicamente, apesar de tanto tempo acamado ele não se locomove sozinho e quando se movimenta precisa do auxílio de outra pessoa.
O ex-piloto está sob cuidados da esposa Corinna, além de uma equipe composta por enfermeiros e terapeutas. Schumacher é monitorado 24 horas por dia.
Corinna se manifestou há aproximadamente um mês e afirmou que "Michael está aqui - diferente, mas aqui". Entretanto o estado do ex-piloto é mantido se sigilo por ter sofrido um traumatismo cranioencefálico severo ao cair esquiando na estação alpina de Méribel, na França.
Desde então, ele vive sob cuidados médicos contínuos, longe do público, dividido entre a residência da família às margens do Lago de Genebra, na Suíça, e a casa em Maiorca. Não há boletins médicos, aparições públicas ou imagens recentes do ex-piloto.
Dá para atender porque uma lista de pessoas pequena pode visita-los e o círculo de pessoas é pequeno, mas fazem parte de sua trajetória.
Caarina é esposa de Michael além de supervisionar o tratamento do marido e quem pode velo. Também é ela que reforça que o objetivo é preservar sua dignidade e impedir explorações midiáticas.
Em 2924 Schumacher teria feito uma aparição extremamente rara e presenciou o casamento de sai filha Gina-Maria, mas os convidados teriam entregue os celulares antes da cerimônia e nenhuma imagem vasou. Schumacher vive cercado por uma equipe médica particular, com tratamentos contínuos e adaptações constantes. Em 2019, foi submetido a um procedimento experimental com células-tronco em Paris.
Necessário se faz atuar como estão fazendo porque existe um círculo íntimo que é família e que atua em favor dele. Temos que aceitar! Vale muito!
3- Estamos de Parabéns?
Brasil bate recorde de denúncias de trabalho escravo. Cerca de 1 milhão de pessoas esperam resgate, segundo a organização internacional Walk Free.
Parece que estamos piorando! Parece não! Os dados do Ministério dos Direitos Humanos mostram que o Brasil registrou, no último ano, o maior número de denúncias de trabalho escravo e também de condições análogas à escravidão desde o início da série histórica.
Gente, isto não pode continuar, mas foram 4.515 ocorrências ao longo de 2025. O total representa um aumento de cerca de 14% em relação a 2024.
O avanço das denúncias revela um cenário preocupante: há mais pessoas pedindo socorro do que o Estado é capaz de atender com a estrutura atual. Falando sério, isto significa que cerca de 1 milhão de pessoas no Brasil vivem em situação de trabalho análogo à escravidão e aguardam resgate.
Estamos falando de jornadas exaustivas, condições degradantes de trabalho, servidão por dívida e restrição de liberdade, situações que caracterizam o crime de trabalho análogo à escravidão.
Apesar de associados a áreas rurais ou a práticas antigas, o trabalho análogo à escravidão ocorre em vários setores, inclusive em ambientes urbanos e residenciais.
De acordo com a legislação, trabalho análogo à escravidão é quando há jornada exaustiva, condições degradantes, trabalho forçado, servidão por dívida ou restrição de locomoção. Também a informalidade
Segundo a secretária de Igualdade Racial da Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas, Maria Isabel Castro, o trabalho em residências pode dificultar a fiscalização.
Nas palavras dela, pode existir uma falsa noção de "ajuda" nessas relações onde o empregado sempre acha que deve "favores" ao empregador ou cria um vínculo paternalista.
Por isso, a informalidade é um sinal importante de exploração e deve ser acabada.
O setor emprega quase 6 milhões de pessoas; a maioria são mulheres que são 90%, das quais 66% são negras, segundo a Pesquisa Nacional.
Entretanto, apenas uma em cada quatro têm carteira assinada. As denúncias de trabalho análogo à escravidão bateram recorde histórico em 2025. Foram mais 4,5 mil denúncias. Os dados foram divulgados pelo Tribunal Superior do Trabalho no Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo.
Ao todo, mais de 26 mil denúncias foram recebidas em uma década e meia.
Por causa da data, a Justiça do Trabalho lançou a campanha “Trabalho escravo não é coisa do passado. É crime e pode estar em qualquer lugar”.
Apesar de associado a áreas rurais ou a práticas antigas, o trabalho análogo à escravidão ocorre em vários setores, inclusive em ambientes urbanos e residenciais.
De acordo com a legislação, trabalho análogo à escravidão é quando: há jornada exaustiva, condições degradantes, trabalho forçado, servidão por dívida ou restrição de locomoção.
Segundo a secretária de Igualdade Racial da Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas, Maria Isabel Castro, o trabalho em residências pode dificultar a fiscalização.
Nas palavras dela, pode existir uma falsa noção de "ajuda" nessas relações onde o empregado sempre acha que deve "favores" ao empregador ou cria um vínculo paternalista.
Por isso, a informalidade é um sinal importante de exploração e emprega quase 6 milhões de pessoas.
Importante lembrar que a maioria são mulheres, isto é, 90%, das quais 66% são negras.
Disque 100 encerrou o ano de 2025 com 4.516 denúncias de trabalho escravo e condições análogas à escravidão, o maior volume já registrado desde o início da série histórica em 2011.
Isto representa um crescimento de 14% em relação a 2024, quando foram contabilizados 3.959 atendimentos vinculados a essa violação.
Segundo dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, o país alcançou a marca de 26 mil denúncias acumuladas desde 2011.
O balanço de 2025 coincide com os 30 anos do reconhecimento oficial da escravidão contemporânea pelo Estado brasileiro, resultando no resgate de 2.772 pessoas em 1.594 ações fiscais, que garantiram o pagamento de mais de R$ 9 milhões em verbas rescisórias.
Grande a afetuoso abraço! Até a próxima! Saúde e paz!
Neusa Maria Breda / Colunista
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