25/02/2026 às 19:36
"A gente pode enganar todo mundo por quase todo tempo. Quase todo mundo por todo tempo. Mas não pode enganar todo mundo por todo tempo" (Atribuída a Abrão Lincoln – 1858)
No livro da Jornalista catarinense Juliana Dal Piva, publicado em 2022, o qual li na íntegra e já escrevi neste semanário, tem praticamente toda a história das rachadinhas da famíglia familícia do clã bolsonaro.
Desde que se tornou vereador pelo município do Rio de Janeiro e, logo em seguida, eleito Deputado Federal, teve sua trajetória envolta em polêmicas. A mais contundente é a questão que envolve as chamadas “rachadinhas”!
No livro, a jornalista relata vários casos de “rachadinhas” que envolve o patriarca e seus rebentos, pois os três são Parlamentares.
Salientamos que não existe condenação para nenhum dos quatro envolvidos, pois não coletaram as provas cabais.
Ainda temos a prescrição que já ocorreu em várias das supostas “rachadinhas” e não tem mais como gerar condenação.
CARLOS BOLSONARO – O ex-vereador Carlos Bolsonaro, do PL, será novamente investigado por suspeita de rachadinha em seu gabinete. A reabertura da investigação foi determinada no último dia 9.2.26 pelo Ministério Público do Rio de Janeiro.![]()
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Em nota, o MP esclarece que a Procuradoria-Geral de Justiça considerou o arquivamento prematuro e determinou a remessa dos autos à 4ª Promotoria de Justiça.
A decisão de arquivar a investigação, de setembro de 2024, foi baseada na falta de provas que indicassem movimentações financeiras irregulares para as contas do parlamentar ou pagamentos relacionados.
ACUSAÇÃO – A acusação contra Carlos Bolsonaro envolve suspeitas de desvio de dinheiro público entre os anos de 2005 e 2021. Além do ex-vereador, são acusados de envolvimento funcionários e ex-funcionários da Câmara Municipal do Rio de Janeiro.
Segundo o Ministério Público, Jorge Luiz Fernandes, que exercia o cargo de chefe de gabinete do vereador, com apoio de outros denunciados, teria criado a “rachadinha”, prática na qual parte dos salários dos assessores é desviada para o líder do esquema.
Todos os envolvidos foram nomeados para cargos de assessoria no gabinete de Carlos Bolsonaro durante o período investigado. O esquema teria resultado em um desvio de, pelo menos, R$ 1,7 milhão.
Em dezembro do ano passado, Carlos Bolsonaro renunciou ao cargo de vereador para se dedicar à pré-campanha ao Senado por Santa Catarina.
VERGONHA PARA SANTA CATARINA – Se essa pessoa for eleita pelos eleitores de Santa Catarina poderá macular a boa imagem que o Estado detém no Brasil e no Mundo. Eleger esse neófito é dar um atestado de ignorância política, considerando o histórico dessa Famiglia Familícia.
Da mesma forma se o Estado eleger como Deputado Estadual o atual vereador por Balneário Camboriú, o quarto filho do patriarca, no caso Jair Renan Bolsonaro que também tem vários problemas e dúvidas sobre a integridade em episódios ocorridos em Brasília – DF.
Em 2024, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) apresentou denúncia contra Jair Renan Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, pelos crimes de lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e uso de documento falso, no âmbito da Operação Nexus, da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).![]()
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De acordo com as investigações, Jair Renan teria forjado resultados financeiros de sua empresa Bolsonaro Jr. Eventos e Mídia para obter empréstimo junto ao banco Santander, que não foi pago. A denúncia criminal no caso está sob sigilo. A instituição financeira também moveu um processo para a cobrança da dívida e obteve uma decisão favorável para o pagamento de R$ 360 mil.
A apresentação de denúncia foi revelada pelo jornal O Globo e confirmada pela Agência Brasil. A acusação aponta que o faturamento da empresa de Renan foi inflado a R$ 4 milhões.
Procurado, o MPDFT informou que apresentou manifestação no processo e que aguarda decisão judicial. Caso a denúncia seja aceita, tem início uma ação penal.
Em fevereiro, a PCDF apresentou relatório final da investigação, na qual indiciou Jair Renan e seu instrutor de tiro, Maciel Alves, agora também denunciado. O indiciamento foi pelos mesmos crimes. Em agosto do ano passado, a polícia cumpriu mandados de busca e apreensão contra os dois.
O advogado Admar Gonzaga, que representa Jair Renan no caso, criticou o vazamento da denúncia para a imprensa. “Esses vazamentos têm causado o chamado strepitus fori, muito prejudicial à defesa, ao devido processo, à presunção de inocência e, assim, à imagem de quem tem o direito de se defender”.
A expressão jurídica strepitus fori diz respeito ao constrangimento causado pelo próprio processo, cuja mera existência já provoca efeitos negativos ao investigado. “A sociedade perde o status de legalidade e humanidade com essa situação. Precisamos evoluir”, acrescentou Gonzaga.
A Agência Brasil entrou em contato com o advogado Pedrinho Villard, que representa Maciel Alves no caso. A defesa do instrutor de tiro disse que não se manifestará sobre a apresentação da denúncia.
Luís Fernando F Costa / Ex-Analista-Tributário da Receita Federal
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