16/05/2026 às 20:58
A TRUPE bolsonarista incoerentemente, pois brada aos quatro ventos que é contra as Leis de Incentivo à Cultura, entre as quais a Lei Rouanet, a Lei Aldir Blanc, a Lei Paulo Gustavo, etc., produziu filme sobre Bolsonaro com Recursos Públicos, mas camuflados a fim de acobertar o uso destes recursos públicos.
A produção do “filme-documentário” “A COLISÃO DOS DESTINOS” que retrata, parcialmente, a trajetória do chefe do Clã Bolsonaro (ex-presidente), utilizou quase R$ 867.000,00 (oitocentos e sessenta e sete mil reais) de recursos públicos, conforme reportagem do UOL de 11 de março de 2025 e até hoje não contestada pelos ENVOLVIDOS, ou seja, infere-se que “eles” não tinham como contestar a reportagem, cujo texto vemos a seguir e disponível em: https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2025/03/11/bolsonaristas-emendas-documentario.htm
Título da matéria: Deputados do PL liberam R$ 860 mil para filme de ex-assessor de Mário Frias
Victoria Bechara do UOL, em São Paulo 11/03/2025 05h30.
LF diz: O UOL não fez adendo a essa reportagem de 11/março/2025 e isso significa que eles não enviaram as respostas e/ou esclarecimentos solicitados!
LF: Recorte do final do texto do UOL: (...) Roteirista é Doriel Francisco da Silva, diretor da Dori Filmes. Nos documentos oficiais, a Passos da Liberdade cita outras produções roteirizadas por ele, mas não menciona um documentário sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro ("A Colisão dos Destinos"). O filme foi divulgado por Mário Frias, tratado como idealizador da produção, e por Eduardo Bolsonaro.
Os deputados Eduardo Bolsonaro (PL-SP), Mário Frias (PL-SP) e Marcos Pollon (PL-MS) destinaram R$ 860.896 em dinheiro público para um documentário produzido por ex-membros da Secretaria Especial de Cultura do governo Jair Bolsonaro (PL).
O QUE ACONTECEU – Deputados repassaram recursos por meio de emenda parlamentar. Eduardo Bolsonaro destinou R$ 500 mil para a produção do documentário intitulado "Genocidas". Já Mário Frias alocou R$ 180 mil, e Marcos Pollon, R$ 100 mil. O valor foi pago nos dias 7 e 11 de fevereiro, segundo o Portal da Transparência. LF DIZ: A verba é do Ministério da Cultura. R$ 860.896,00 em dinheiro (recursos) públicos.
ENGENHARIA: As emendas foram pagas à associação Passos da Liberdade. O CNPJ foi registrado em 2008, mas o canal do YouTube do grupo foi criado no ano passado e tem apenas um vídeo publicado: um documentário sobre a Operação Acolhida, com pouco mais de 30 visualizações. O domínio do site foi registrado em dezembro de 2024, cerca de duas semanas antes de as emendas serem empenhadas.
A Passos da Liberdade menciona "conexões globais", além de parcerias com órgãos internacionais. "A associação está diretamente envolvida em iniciativas culturais e documentais que destacam histórias de resiliência e transformação social. Exemplos incluem séries documentais, filmes institucionais e campanhas de impacto social", diz o site, sem citar quais.
Orçamento do filme inclui passagens e hospedagens em outros países. Entre eles, Armênia, Hungria, Itália, Rússia, Alemanha, Polônia e Brasil. Segundo a sinopse enviada ao ministério, o documentário vai "explorar e correlacionar os horrores dos genocídios históricos na Europa com fatos contemporâneos na América Latina".
O UOL entrou em contato com Rodrigo por telefone. Ele confirmou que as emendas serão destinadas para a produção do filme. Disse que a Passos da Liberdade é uma entidade beneficente, mas depois afirmou que só iria se manifestar por escrito. A reportagem enviou as perguntas para o e-mail da associação, mas não teve resposta. Em caso de manifestação, este texto será atualizado. (LF diz: Até hoje, 2f, 11.05.26 sem atualização, ou seja, não responderam).
Procurado, Mário Frias disse que não se manifestará sobre o assunto. O UOL entrou em contato com a assessoria de Eduardo Bolsonaro, mas não teve resposta. Já a assessoria de Marcos Pollon disse que não conseguiu localizar o deputado. O espaço segue aberto para manifestação. (LF diz: Se não houve atualização é porque eles não se defenderam do INDEFENSÁVEL).
CRÍTICAS À CULTURA – Críticos da Lei Rouanet, parlamentares deram dinheiro público para filme feito por aliados. Os deputados acusam as políticas de incentivo à cultura de não ter transparência e beneficiar projetos de esquerda. Eles também já atacaram a Lei Paulo Gustavo, criada para auxiliar o setor cultural na pandemia.
No governo Bolsonaro, o Ministério da Cultura chegou a ser extinto. Foi substituído por uma secretaria vinculada ao Ministério do Turismo. Na época, Frias defendeu o repasse de recursos da Lei Rouanet para movimentos armamentistas. Ele também já disse que a lei se tornou uma "moeda de troca" por apoio político.
Nos últimos dias, Eduardo e Frias atacaram o filme "Ainda Estou Aqui", que venceu o Oscar de Melhor Filme Internacional. O filho de Bolsonaro disse que o longa aborda uma "ditadura inexistente" e chamou o diretor Walter Salles de psicopata. Já o ex-secretário de Cultura afirmou que o filme é "propaganda comunista".
O Brasil viveu sob ditadura militar entre 1964 e 1985. O período foi marcado pelas restrições das liberdades democráticas. Deputados contrários ao regime tiveram seus mandatos cassados, por exemplo, e as eleições diretas para governadores, presidente da República e para senadores deixaram de existir. O governo também contava com agentes de censura que controlavam o que saía nos jornais: não poderia haver nada contra o governo.
QUEM SÃO OS PRODUTORES DO DOCUMENTÁRIO – Mario Frias e Doriel Francisco da Silva, roteirista do documentário imagem: Reprodução/Instagram (Não salvei).
Além de Rodrigo Cassol, outro membro do governo Bolsonaro está envolvido na produção. O diretor e produtor do documentário, Gustavo Chaves Lopes, foi secretário nacional de audiovisual. Também chefiou a comunicação da Casa Civil e do Ministério do Trabalho e Previdência quando Onyx Lorenzoni era ministro.
Roteirista é Doriel Francisco da Silva, diretor da Dori Filmes. Nos documentos oficiais, a Passos da Liberdade cita outras produções roteirizadas por ele, mas não menciona um documentário sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro ("A Colisão dos Destinos"). O filme foi divulgado por Mário Frias, tratado como idealizador da produção, e por Eduardo Bolsonaro.
Dori Filmes já recebeu R$ 19 mil de cota parlamentar de Mario Frias, segundo o site Poder360. O deputado justificou as cinco transferências como divulgação de atividade parlamentar, envolvendo a impressão gráfica de panfletos, por exemplo. O UOL entrou em contato com Doriel, mas não teve resposta. O espaço segue aberto.
LF diz: O UOL não fez adendo a essa reportagem de março/2025 e isso significa que eles não enviaram as respostas e/ou esclarecimentos solicitados até hoje, 2f. 11.05.2026!
DANIEL MASTER VORCARO – TRIPLEX DO CIRO NOGUEIRA – SENADOR PP-PIAUÍ – MESMO ESTADO DO IBANEIS (MDB-PI) – Apareceu agora, um TRIPLEX, atribuído ao Senador CIRO NOGUEIRA, avaliado em R$ 22 milhões. Está publicado em vários sites.
Blog ANTROPOFAGISTA (Celeste Silveira 10.05.26) – O senador Ciro Nogueira (PP-PI) comprou uma cobertura triplex de 514 m² em um prédio de luxo na Rua Oscar Freire, em São Paulo, por R$ 22 milhões em julho de 2024. Isso ocorreu cerca de 26 dias antes de ele apresentar a chamada “emenda Master” (Emenda nº 11 à PEC 65/2023) no Senado, em 13 de agosto de 2024.
DETALHES DA COMPRA – Ciro se tornou sócio de Daniel Vorcaro (dono do Banco Master) alguns meses antes. Segundo ele, o pagamento envolveu a entrega de um apartamento no mesmo prédio (avaliado em R$ 8 milhões) + parcelamento do restante em dinheiro.
Recentemente, ele trocou esse triplex por uma mansão projetada por arquiteto renomado nos Jardins (estimada em torno de R$ 30 milhões). (metropoles.com)
CONTEXTO DA “EMENDA MASTER – “A emenda propunha aumentar o limite de garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) de R$ 250 mil para R$ 1 milhão por depositante/investidor”. “A Polícia Federal investiga se o texto foi redigido pela assessoria do Banco Master, entregue em envelope ao senador e reproduzido integralmente por ele”. (bbc.com)
A PF vê indícios de que a emenda beneficiaria o banco de Vorcaro (envolvido em fraudes bilionárias), em troca de vantagens como, pagamentos mensais (R$ 300-500 mil). Aquisição de participação societária com deságio. Custos de viagens, hotéis e uso de imóveis.
Ciro Nogueira é alvo da Operação Compliance Zero (fase de maio de 2026), com buscas autorizadas pelo STF. Sua defesa nega irregularidades, afirma que a emenda era legítima e que as relações com Vorcaro são empresariais ou pontuais (como empréstimo temporário de imóvel). A emenda não foi aprovada. O caso está em investigação e envolve suspeitas de corrupção e tráfico de influência. (1.430 Palavras)
ESCÂNDALO DO BANCO MASTER TEM ORELHA DE BOLSONARO, FOCINHO DE BOLSONARO, PELO DE BOLSONARO E RABO DE BOLSONARO, MAS NÃO TEM NADA A VER COM BOLSONARO
No Blog ANTROPOFAGISTA o autor e um dos idealizadores do BLOG – Carlos H. Machado publicou, com este título, texto a seguir: O Banco Master nasceu durante o governo Bolsonaro com a anuência do Banco Central “independente”, “privatizado” e presidido por Campos Neto.
ELE foi avisado, assim como Campos Neto, de que o Banco Master era uma fraude e simplesmente não fizeram nada para impedir que a coisa chegasse aonde chegou.
Todas as transações ilegais de vulto com o Banco Master aconteceram na gestão Bolsonaro, o mesmo que recebeu de Vorcaro direto em sua conta, R$ 3 milhões, da mesma forma, Tarcísio, ex-ministro DELE e lançado ao governo de São Paulo, recebeu R$ 2 milhões do mesmo Vorcaro.
A ligação mais objetiva é institucional: o BC, sob gestão indicada por Bolsonaro, aprovou a troca de controle que permitiu Vorcaro assumir e transformar o Máxima em Master, em 2019. Além disso, apurações citam articulações envolvendo Ciro Nogueira e Fabio Faria numa rede de influência mapeada pela PF.
Por isso também Flavio, de en passant, falou do escândalo do Master sem tocar no nome de Vorcaro. Já Tarcísio, nem o Master ele citou em sua fala “indignada” com o escândalo. Ou seja, tem muito caroço debaixo desse angu e, certamente, virá à tona com o andar das investigações.
Ouso dizer e escrever: Quem leu o Livro “O NEGÓCIO DO JAIR” e pesquisa um pouco sobre essa Famiglia Familícia, mesmo sendo de “direita”, mas com um tiquinho de integridade, NÃO VOTA nessa TRUPE extremista bolsonarista!
E vem aí a “DELAÇÃO PREMIADA” de DANIEL MASTER VORCARO e PAULO HENRIQUE COSTA ex-presidente do BRB de 2019 a 2023. QUEM VIVER, VERÁ!
*Analista-Tributário da Receita Federal, que é DO BRASIL, (Aposentado), Advogado42019, Perito7863, Contador8556, ProfessorLP2570/93, Reg. Prof. Jornalista 0014425DF e Ativista Social.
Luís Fernando F Costa / Colunista
O VAI E VEM DA VIDA!!!
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