14/01/2026 às 14:57
Um levantamento recente realizado pela Pluxee, empresa global especializada em benefícios e engajamento de colaboradores, revelou que o vale-refeição cobriu, em média, 11 dias úteis em 2025 em Santa Catarina.
O estudo também indicou que o valor médio pago pelas empresas catarinenses em vale-refeição no mesmo período foi de R$ 533,55. Para lidar com a limitação do benefício, muitos trabalhadores continuam adaptando seus hábitos de consumo: entre os usuários da Pluxee, o gasto médio por transação chegou a R$ 44,17. Com isso, o gasto mensal médio atingiu R$ 527,37 em 2025.
Além disso, o estudo aponta dados de comportamento significativos: no ambiente digital, as compras online registraram tíquete médio de R$ 63,10, enquanto as transações presenciais tiveram o tíquete médio no valor de R$ 42,89. Ainda com essa diferença nos gastos, o tempo médio de duração do vale-refeição permanece o mesmo, indicando que o canal de compra ainda não influencia diretamente a efetividade do benefício.
“Mais do que um apoio financeiro, o vale-refeição é um símbolo concreto de cuidado e valorização por parte das empresas. Em um contexto marcado por alta rotatividade, diferentes gerações no ambiente de trabalho e maior foco no bem-estar, garantir a efetividade desse benefício é fundamental para engajar os colaboradores de forma genuína” afirma Antônio Alberto Aguiar (Tombé), Diretor Executivo de Estabelecimentos da Pluxee.
Duração do vale-refeição no Brasil
Quando olhamos para o recorte nacional, o vale-refeição seguiu cobrindo, em média, apenas 10 dias úteis por mês este ano — mesmo patamar registrado durante o ano de 2024. Já o valor facial médio pago pelas empresas em vale-refeição no período foi de R$ 649,00. Entre os usuários da Pluxee, o gasto médio por transação foi de R$ 42,81, totalizando um desembolso de cerca de R$ 568,52 mensais em 2025, indicando um esforço consciente para esticar o saldo mensal — seja reduzindo a frequência das refeições fora de casa ou optando por opções mais acessíveis.
A pesquisa revela ainda que cerca de 49% dos usuários utilizaram o benefício em apenas três estabelecimentos ao longo do mês, e 24% concentraram seu uso em até seis locais — comportamento que reforça o controle de gastos, fidelidade ou praticidade. Já no cenário digital, as compras online registraram tíquete médio de R$ 62,40, acima das transações presenciais (R$ 41,24).
“Os dados reforçam a necessidade de que as empresas estejam atentas ao cenário econômico, aos hábitos de consumo e às novas expectativas dos profissionais para oferecer benefícios alinhados à realidade atual e capazes de fortalecer vínculos mais sustentáveis e duradouros”, comenta Tombé.
Mário Serafin / Fonte: Pluxee
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