18/06/2025 às 11:48
Como flores de verão – Dias de frio, aquele frio de inverno! ! Já se foram alguns meses, de janeiro a maio. Agora, chega o meio do ano. Do presente tiro lições, do passado bem relembro. O futuro, dizem, a Deus pertence! Acho que isso nem me convence, pois quero que seja longo, alegre e bem bonitense!
Pra você, leitor, leitora, desejo a Paz e lhe dou poesias. Muita inspiração e ... encantamento! Não quero pra mim, nem pra você, nada de sofrimento. Que a vida seja um trajeto de emoções, um caminho com ida e volta, livre, sem precisar de escolta. Que continue a usar a inteligência que o Divino lhe deu para criar coisas belas, cultivar flores cheirosas, esplendorosas, muitas rosas!
Que tenhamos que usar poucos pontos finais, muitas vírgulas e muitos pontos de exclamação. Podem haver algumas reticências, mas usadas para desafiar a inteligência. Pois que os ventos ventem, o mar assobie, as laranjeiras deem frutos e que venham as uvas sauvignon, niágara, francesa, todas elas. Que venham os morangos que me inspiram os poemas românticos, os melões e os mamões.
Possam os velhos continuar a sorrir, as crianças a nos alegrar e desafiar. Sem tropeços nas redes wireless, mas sim com dedos ágeis e saudáveis para dedilhar cordas de violão, mover teclas de pianos, acariciar corpos esculturais. Que brotem águas das fontes, que seja azul nosso horizonte. Que haja ondas brancas e espumantes no mar, areias para pisar e sol para nos bronzear. Janelas por onde olhar!
Portas abertas para entrar e sair, fechaduras imaginárias para preservar os momentos íntimos. E que os cabelos grisalhos, o charme da mulher madura, a vivacidade e a energia da moça estejam sempre presentes. Que venha um ano novo com belas expectativas, com as mudanças esperadas, que continuemos a sorrir para a vida! Precisamos muito disso.
Que nossa vida possa ser tão jovial e bela como as rosas deste inverno, como as flores do verão!
Política, a nefasta política, que contrasta com a alegria do poeta: - Qual é o problema do Brasil? O problema do Brasil é o Lula. E o do Lula, é ele mesmo! Sem conversa, sem mi mi mi, sem narrativa construída. Sem desencontro dos Poderes, sem glamour, sem charme, mas com muito realismo. A coisa é muito séria. Seja sério você também, como eu procuro ser. Olhe para a realidade, faça cálculos matemáticos, não entre na onda dos tais de influenciadores, tenha muito cuidado com eles, os algoritmos.
Faça isso, pense, veja tudo pela lógica, oriente-se pela sua intuição, valorize sua experiência, suas histórias, sua vivência. É possível que você se romantize, se alegre, sorria mais, viva melhor a sua vida. Lembre-se: O tempo passa, sutilmente, passa!
Euclides Riquetti / Colunista /Escritor – www.blogdoriquetti.blogspot.com
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