24/09/2026 às 18:12
1 |
- Agora vem!
Aquele senhor chamado de Luiz Inácio Lula da Silva disse sábado passado no ato de campanha em Florianópolis que quer manter o ex-presidente Jair Bolsonaro na prisão.
Será que não há algo errado aí!
Este senhorzinho disse que Flávio Bolsonaro quer vencer a eleição para libertar o pai. "A ideia do outro, Flávio Bolsonaro: 'Eu quero ganhar as eleições para tirar meu pai da cadeia'. E eu quero ganhar para manter ele na cadeia", disse o porqueira atual.
Jair Bolsonaro foi condenado em setembro de 2025 a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado e isto faz o ex-presidente cumpre pena domiciliar por tempo indeterminado e sofre por causa de suas condições de saúde.
Pesquisas realizadas nas últimas semanas mostram liderança isolada de Flávio Bolsonaro em nossa Santa Catarina.
O senador aparece com 45% das intenções de voto, em média, ante 20% do presidente atual que nem quero dizer o nome!
Flávio já afirmou que pretende anistiar todos os condenados no processo sobre a trama golpista, caso seja eleito. Isto me deixa irritada com ele!
O governador Jorginho Mello está em primeiro, com 49% dos votos no primeiro turno. João Rodrigues.do PSD aparece na sequência, com 15%, seguido por Gelson Merísio. Mesmo esperando pelo amanhã, vamos a luta pessoal!!
2 |
- Como vai o STF:
Parece que bem! Pelo menos é o que perece!
Muita coisa apareceu com a investigação sobre o Banco Master e Daniel Vicaro. O que se verifico são fotos, acusações de grandes gravidades, Edson Fachin e no centro de tudo surge Alexandre de Morais e Daniel Vorcaro.
Na realidade, o pior de tudo isto é saber que Morais analisou a minuta do acordo celebrado entre Banco Master e o escritório de sua esposa.
Dito isto nação não e apenas o valor dos serviços contratados, mas estamos falando de dezenas de milhões de reais pagos pelo Banco de Vorcaro ao escritório da empresa do Ministro do Supremo que mantinha pessoas com o Banqueiro. Basta lembrar do contrato de cento e trinta e um milhões. Esclarecido ou não!!!
Tudo isto piora diante das mensagens do celular de Vorcaro. Um banqueiro investigado tem pessoal suficiente um muito querido do Supremo e a esposa do ministro recebe milhões de reais.
Onde está a Justiça ou ela não existe mais! Enviaste e ainda continuam dizem algus! Tem que tirar esta turma de lá e os outros que não prestam também! Impossível ignorar tudo isto e agitar um ministro do supremo do STF e banqueiro que busca proteção nas interferências.
Estamos falando de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e outros! Precisamos atuar!
Ainda acreditamos em Mendonca e em procuradores que adotaram questionar os procedimentos adaptados e não esqueçam que André Mendonca e a esposa possuem seus contratos milionários e recursos públicos.
Assim não dá! Está faltando um sigilo de Ética para o Supremo e cadeia para os outros!
Tenho dito!
3 |
- A história de Antônio Vinícius Lopes Gritzbach, morto em 2024 no aeroporto internacional de Guarulhos, representa a puxada de um fio de novelo que expôs as forças da segurança pública de São Paulo.
A partir da delação de Gritzbach, investigadores tiveram acesso robusto ao elo entre o PCC e policiais civis e militares.
O caso mostra como policiais interagiam com o delator, do início ao fim, passando pela escolta, corrupção, o assassinato e esquemas de lavagem de dinheiro…
Gritzbach afirmou que o primeiro contato que teve com os policiais ocorreu na sua prisão temporária, em fevereiro de 2022.
Disse que, assim que entrou na viatura, o delegado Fábio Baena e o chefe dos investigadores Eduardo Monteiro ligaram para outro policial civil: Marcelo Marques de Souza, o Bombom. Gritzbach afirmou que o motivo da ligação era comemorar uma "cana de milhões"… Bombom foi condenado a 11 anos de prisão em setembro de 2025 por corrupção e lavagem de dinheiro. Monteiro está preso. Baena foi solto em março deste ano. Todos negam o relato de Gritzbach.Segundo o delator, Monteiro também teria ligado, da sede do DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa), para um membro da alta cúpula do PCC, que teria dito para "não cometer covardia" e para que Gritzbach ficasse tranquilo.
Antes de ser investigador da Polícia Civil, Monteiro atuou como policial militar no 18º batalhão da PM. Os PMs que faziam a escolta de Gritzbach pertenciam ao mesmo batalhão… "Nós somos policiais. Isso é um criminoso contumaz. Mandou matar dois caras do PCC, roubou milhões. Nós ouvimos no bairro Tatuapé, de R$ 600 [milhões] a R$ 3 bilhões ele roubou do cara, doutor. Tá aí a motivação de ele ter tanto ódio meu, ódio do Fábio [Baena], ódio da equipe que o investigou", disse Monteiro em depoimento à PF.
O advogado de Baena e Monteiro, Daniel Bialski, diz que Gritzbach "criava elementos para que a narrativa dele não ficasse absolutamente no vazio"…
4 |
- Como está
Flávio aumentou referencias na campanha. Afinal, guerra é guerra, atuação e atuação é atuação! Simples assim!
Flávio está incorporando mais, atuando mais. Isto vale e funciona! Segundo ele que diz =! Deus está me preparando para o que vier!
Vamos também fazer mudanças para modificar. Precisamos também olhar para traz e ver o que Deus está nos dizendo!
Acreditamos que Deus nos ajuda, nos orienta, nos mostra o que houve e virá e quanto podemos atuar.
Mudar de postura pode ser necessário ou não. Não vamos colocar tudo nas mãos de Deus porque atuação coerente e responsável deve ser de todos nós. Não vale passar para os outros o que você deve fazer.
Mudança de postura pode melhorar ou piorar. Temos que aprender a atuar responsavelmente! Que tal! E por ai!!
Grande e afetuoso abraço! Saúde paz sempre!
Até a próxima!!
Neusa Maria Breda / Colunista
Nem lá, nem cá!!
Turismo – a prática que vai além do discurso e da propaganda
Projeto Conectando Gerações aproxima estudantes e idosos em Joaçaba
PM encontra Artefato Explosivo, a conhecida popularmente como bomba
Joaçaba recebe visita técnica do Colegiado Estadual de Defesa Civil da FECAM
Alesc Sustentável completa cinco anos e amplia ações pelo meio ambiente
Joaçaba celebra Semana do Trânsito com Campanha Foca no Trânsito
Endividamento cresce, mas inadimplência recua em SC, aponta Fecomércio
O poder da narrativa