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OPINIÃO

É “nóis” na fita!!!

25/02/2026 às 19:40

1- Flavio Dino em busca...

Flavio Dino está em busca de leis que não tragam penduricalhos inconsequentes!

Você e eu não imaginamos, mas este pessoal quer, no mínimo, 180 mil reais por mês sendo quarenta e seis mil do teto constitucional acima dos penduricalhos.

Dizem que é para transformá-las em leis! 

Uma pergunta que não quer calar: Congresso pode criar leis como bem entendem?  Claro que não!

Mas é o faz de conta desta turma que cada vez mais buscar situações que lhes tragam o que pretendem. Simples assim! Estamos sendo desenganados por deputados e senadores e a ideia era criar situações indenizatórias!

O desconforte em ter eles, mas precisavam de super salários mesmo sabendo que poderia ter problemas nos “super salários “e problemas na aprovação.

Eles dizem que efetuaram toda esta encrenca para aumentar o auxílio locomoção “que os coitadinhos não têm” 

Faz-me rir!

Para se ter uma ideia, de 2018 e 2024 ouve uma diferença de 20 bilhões de reais e a turma sabe que o pessoal está sufocado de penduricalhos!  Antes tinha leis e agora nem atuam com “lei editada”!   

Procuradores recebem horrores em prestações de dissídios judiciais que caem aos poucos e muito dinheiro!

Creio que o Congresso tem que regular tudo isto ao menos dizendo o que podem e o que não podem fazer.

Afinal, regras são regras ainda!

2- Vale tudo? 

 chamada de Justiça, absolveu um homem de 35 anos, acusado de estrupo de vulnerável contra uma menina de 12 anos. Quem fez isto? 

O desembargador relator Magid Nauef Láuar entendeu que o réu e a vítima tinham um "vínculo afetivo consensual" e derrubou a sentença de primeira instância. Assim sendo, o 0dez

O dito cujo virou alvo de pessoas que entende de vida, de atuação e principalmente de pessoa que trabalham e atuam com pessoas que buscam a verdade, sela ela qual for!

Aposentado por invalidez desde 2013, mas continua despachando processos criminais desde 2009, qualquer ação com menos de 14 anos é considerada estupro conforme determina o estatuto.

O estatuto da criança e do adolescente atua conforme as orientações para crianças e ou adolescentes porque as leis do país é que valem. Se a atuação for diferente é crime independente de quando iniciou. 

O TJMG decidiu que a menina deu consentimentos e era a “esposa” do homem.  Até onde vai esta bobagem toda? 

Em 2009 só foi aceito estrupo com menos de 14 anos e mesmo assim não é possível acreditar que gera divergências. Em 2924 nos traz que tem mais de 34 mil meninas e não é bom esta atuação porque coloca homens e mulheres em situações totalmente diferentes. 

Estado e sociedade não podem atuar num e noutro ou no crime dos outros. A sociedade é nossa responsabilidade e não uma criança de 12 anos. Dados de estupro são incríveis porque a maioria é criança menores de 14 anos por hora. 

Isto tem que acabar! 

3-Ano de eleição

Em Santa Catarina 52,28 do eleitorado são minoria. Aos 38 anos, Karen Cristina da Rosa Ramos é um ser especial e luta em seu bairro onde vive em Lages.

Ela não ocupa cargo público, é a recicladora que luta para garantir os direitos e itens básicos para os moradores que vivem na comunidade e faz parte das 2.881.288.28 aptos a votar. 

As mulheres, atualmente, representam 52% do eleitorado catarinense. No entanto, os dados não representam o que é visto nas bancadas catarinenses. Na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, entre os 40 deputados estaduais, apenas três são mulheres. Na Câmara dos Deputados, dos 16 federais, cinco são mulheres ou 31,25%.

Porque esta falta de representatividade feminina nas decisões para os catarinenses? Não sabemos! 

Vamos lembrar que tivemos destaque por ter eleito Antonieta de Barros em 1934 para o cargo de deputada estadual, pela primeira vez, mulheres puderam votar no Brasil e nunca teve uma mulher presidindo a Casa ou sendo governadora. 

Em âmbito federal, o Estado só foi ter uma senadora mulher em 1979, quando Maria Syrlei Donato foi eleita e outras três ocuparam o cargo nos últimos 45 anos. 

Se fôssemos seguir uma regra da representação proporcional por gênero, ou seja, se mulheres votassem em mulheres, nós teríamos algo em torno de 50% das representantes políticas do sexo feminino.

O voto feminino é permeado por uma série de variáveis para além da própria questão do gênero, o que historicamente tem se materializado numa sub-representação feminina nas instâncias de decisão. 

Antonieta de Barros é um caso que fez de Santa Catarina uma referência nacional e a gente não vê o aumento de mulheres negras ou de mulheres na política. 

Não vamos falar em nova Cris no poder sem se preocupar com o que o fulano falou! Deixa falar!!!

Temos que pensar no que vier, no amanhã e não porque o fulano passou eu esqueci de falar. Importante é se sentir representada!

Acreditem na forma de pensar da empresária Andrea Sessim que mora em Camboriú, a cidade catarinense que tem o maior número de eleitoras mulheres do estado.

Elas representam 54,51 por cento do eleitorado. Mesmo assim foi apenas no ano passado que o município litorâneo elegeu pela primeira ver uma mulher como prefeita!

Assim sendo a gente deveria mais mulheres porque elas têm muitas responsabilidades tais como ter filhos para cuidar, tem a casa e inúmeras tarefas e ainda cuidar de seu trabalho. Mesmo assim é possível quebrar este paradigma. 

Certo ou não? Com certeza! 

Com 3.593 habitantes, Anitápolis, mostra que é possível aumentar a presença feminina na política por meio do poder do voto. O município da Grande Florianópolis, além de contar com uma prefeita mulher, das nove cadeiras da Câmara de Vereadores, cinco são ocupadas por vereadoras.

Esta é uma realidade diferente de outras 37 cidades catarinenses onde nenhuma mulher foi eleita para o cargo no legislativo em 2024.

Em 2021 cinco vereadoras foram mais votadas. Nenhuma entrou por legenda. Isto quer dizer que há possibilidade apesar de terem que lidar com piadas e comentários machistas.

Parece normal? Assim eles pensam! Mas vamos continuar!

Um grande e afetuoso abraço em todos e até a próxima!

Saúde a paz sempre!

Neusa Maria Breda / Colunista