10/03/2026 às 04:03
No dia 5 de março abriu a janela partidária, que vai até 3 de abril, período em que políticos podem trocar de partido para disputar a eleição. É o momento em que as chapas começam a tomar forma de verdade.
Na centro-direita catarinense, a principal novidade é a possível movimentação do ex-governador Raimundo Colombo (PSD) rumo ao MDB. Se isso se confirmar, o que começa a se desenhar é uma chapa liderada por Colombo, unindo PSD, MDB, PP, União Brasil e PSDB.
Enquanto isso, a esquerda também se organiza: Gelson Merisio (Solidariedade) aparece como candidato ao governo, com Angela Albino (PDT) de vice. Para o Senado, os nomes que surgem são Decio Lima (PT) e Dario Berger (PSB).
Já a direita catarinense saiu na frente e definiu logo o time: Jorginho Mello (PL) à reeleição com Adriano Silva (Novo) de vice, e a chapa pura do PL ao Senado com Carlos Bolsonaro e Caroline De Toni. Aliás, foi justamente essa pressa do governador em fechar a chapa que acelerou o tabuleiro político no estado.
TRESC / TSE
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