Portal Cidadela

OPINIÃO

A repetição total

02/10/2026 às 04:23

1- Como estão?

Quando você pensa em Lula e Flávio Bolsonaro nesta reta final antes do primeiro turno separados por margens estreitas nas pesquisas divulgadas nesta semana.

O presidente aparece à frente do senador do PL. Lula lidera em três levantamentos, e Flávio, em dois. O que se vê é o escapamento técnico entre os dois no confronto direto de segundo turno.

A menor distância foi registrada com Lula com 47,7%, e Flávio, 47,4% e o placar é de 46% a 45% para o presidente. Na Quaest, de 42% a 41% para o senador. A Real Time Big Data mostra Flávio com 45% e Lula com 44%. Já no Dataf, divulgado na quinta-feira passada vemos Lula marca 47%, contra 45% de Flávio. 

Os levantamentos foram feitos por institutos diferentes, com amostras, períodos de coleta e margens de erro próprios. Seus percentuais mostram como cada pesquisa retratou a disputa, mas não compõem uma série única de evolução do voto.

Assim como fica a distância entre os dois no primeiro turno?

Dizem que Lula lidera numericamente os cinco cenários apresentados. Na BTG/Nexus, tem 40% das intenções de voto, ante 37% de Flávio. Na Quaest, os percentuais são de 37% e 33%. A Real Time Big Data mostra 41% para o presidente e 37% para o senador, enquanto o Datafolha aponta 40% a 36%. Nos três institutos que trabalham com margem de erro de dois pontos percentuais nesses cenários, os dois estão tecnicamente empatados.

Na BTG/Nexus, Lula passou de 42% para 40% no primeiro turno, enquanto Flávio permaneceu com 37%. A vantagem numérica do presidente diminuiu de cinco para três pontos. No segundo turno, os dois oscilaram um ponto para baixo: Lula foi de 47% para 46%, e Flávio, de 46% para 45%. 

Pensando bem não vou continuar porque nos traz o que queremos, mas falta muito pouco para que a gente saiba como está. Vamos esperar ansiosamente. 

Que Deus nos ajude! 

2- Auxílio de despesas afeta contra pública. 

O governo perdoar o cenário gera intervenção e queda de investimentos públicos. 

Falta política adequada que deverá vir, tudo como apito porque facilita contras públicas.

Responsabilidade do governo?

Necessário se faz atuar, mas segue. Primeiro grupo:

Girar super horário para qualquer fiscal ou dividendo público ultrapassado, mas falta conter despesas obrigatórias.   

O impacto das contas públicas, mas temo agora o por nível em 24 anos. Rombos das estatais 

Correios concentro o maior parre de eleitores. Desfila e entra a semana e seguem no vermelho. As cores representam ter 7º por cento por desfiles dais estatais;

Corrupção agora ataca menores. Os correios representam 7 por cento desfiles das estatais. Pior são as tempestades dos correios e rombos das estatais em 24 anos.

Dividir é atuar, não acham!

3- São Joaquin   

O presidente Lula da Silva do PT anunciou recentemente uma nova edição do programa Desenrola, para reduzir o endividamento das famílias.

A medida foi anunciada junto com a proibição, um "pacote" visto por analistas como um esforço do petista para atrair votos, às vésperas de uma eleição extremamente disputada.

O novo programa, batizado de Desenrola 3.0, será diferente das edições anteriores, em que os beneficiários podiam negociar seus débitos com os bancos.

Dessa vez, o governo vai negociar diretamente com as instituições financeiras a compra de dívidas da população.

O objetivo é comprar essas carteiras com grandes descontos, pagando uma parcela pequena do seu valor, e assim liberar o orçamento das famílias endividadas.

É um Desenrola melhor do que os outros Desenrolas. É importante notar isso porque, no outro Desenrola, as pessoas tinham que individualmente procurar o banco para negociar. 

Agora, é o governo que vai comprar dívida e vai acertar a vida das pessoas", disse Lula. Quem acredita!

O ministro do Planejamento e Orçamento do Brasil, Bruno Moretti, disse que o leilão para compra das dívidas será realizado a partir de novembro, ou seja, após as eleições de outubro.

Durante o anúncio, o governo não explicou o que acontecerá com a dívida comprada se ela será cobrada dos devedores ou perdoada.

No entanto, um cronograma divulgado depois indica que o processo de aquisição das dívidas só deve ser concluído em fevereiro, quando o valor restante da dívida poderá ser quitado à vista ou parcelado.

A expectativa do governo é alcançar até 15 milhões de pessoas. O foco serão famílias com dívidas em atraso de dois anos a quatro anos e meio, já que, após cinco anos, esses débitos já prescrevem.

Entrarão no programa dívidas no cartão de crédito, nas modalidades parcelada e rotativa, e os empréstimos no crédito pessoal, mas menos os consignados com desconto em folha.

Segundo Moretti, a carteira de dívidas alcançadas pelo programa soma R$ 300 bilhões e o governo espera retirar do mercado metade disso.

A projeção é que o governo consiga comprar as dívidas pagando apenas 10% do seu valor ou até menos que isso. Com isso, projeta que seria possível comprar R$ 150 bilhões em dívidas por cerca de R$ 15 bilhões ou menos.

"Para se ter uma ideia, hoje faz-se mais ou menos R$ 50 bilhões por ano dessas operações de compra de dívida.

Então, você está multiplicando isso por três, quer dizer, procurando alcançar R$ 150 bilhões de dívidas e dando descontos de 90% nessas dívidas, a depender dos leilões que serão realizados.

E, é claro, esses descontos serão repassados diretamente às famílias, àqueles que têm a dívida", disse o ministro.

O governo ainda não detalhou como será a operação financeira para compra dessas dívidas. Segundo um texto divulgado após o anúncio, "a operacionalização poderá contar com a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil. 

Inclusive por meio de fundos de investimento em direitos creditórios dos quais a União participará como cotista. Isto dizem e a gente aceita.

De acordo com o governo, as duas primeiras fases do programa alcançaram 25 milhões de pessoas. 

Na primeira, foram R$ 53 bilhões em dívidas renegociadas, enquanto a segunda movimentou mais R$ 22 bilhões.

O que está acontecendo

Só Deus sabe!

Vamos aturar, continuar e seja o que for possível; 

Grande a afetuoso abraço!

Saúde e paz sempre!

Até a próxima!

Neusa Maria Breda / Colunista